QUASE AURORA : A HISTÓRIA DO BATOM VERMELHO

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A HISTÓRIA DO BATOM VERMELHO

Dia 29 de julho é dia do batom e essa foi uma informação que me deixou bem surpresa porque eu não fazia ideia de que existia tal comemoração. Mas ao invés de falar sobre os batons de modo geral, resolvi compartilhar com vocês a história da minha cor de batom favorita: vermelho.

De acordo com historiadores, a primeira civilização a ocupar a região sul da Mesopotâmia foi os inventores do batom, mas há quem acredite que essa invenção nasceu no Egito. Os homens e mulheres da época gostavam de colorir os lábios com uma mistura de ocre vermelho, carmim e cera ou gordura. Já na Grécia Antiga, como as mulheres não tinha muito poder, não eram autorizadas a usar batom em público, apenas as prostitutas que poderiam ser punidas se não usassem o batom, pois poderiam ser confundidas com mulheres normais.

Por volta de 400-1400 d.C. o batom dividia religiosos que condenavam o uso e a população que usava para distinção social. Em 1200, as senhoras da alta-sociedade italiana usavam uma cor rosa-choque, enquanto as classes inferiores usavam o vermelho.

Em 1700 o governo britânico aprovou uma lei que condenava o batom porque ele seduzia os homens e  elas poderiam ser acusadas de bruxarias. Mas as francesas do período da pré-revolução ainda faziam uso do produto porque ele ajudava a manter o aspecto de pele de porcelana (o padrão da época). Na década de 1860, os cosméticos ressurgiram em todo o mundo e em 1880 a marca parisiense Guerlain lançou um batom que era feito de toranja com manteiga e cera.

Naquela época, aplicar o produto nos lábios era algo sigiloso, por isso quando a atriz Sarah Bernahrdt causou um escândalo ao fazê-lo em público no final do século 19. Em 1912 o batom vermelho se tornou símbolo da rebelião feminina e em 1915, o americano Maurice Levy, apresentou ao mercado o primeiro batom em tudo de metal deslizante como conhecemos hoje.

As informações sobre a história do batom foram retiradas do site Harpers Bazaar.

Pulando para o período da Segunda Guerra Mundial, as campanhas publicitárias tentavam encorajar as mulheres a manterem sua rotina com o uso do batom, pois ele enfatizava que elas deveriam ser femininas independente do que estava acontecendo. Em 1950, a campanha da Revlon vinha com uma lista de 15 perguntas para testar se as leitoras se encaixavam com o Dorian Leight, novo lançamento da marca.

Além disso, uma das formas de tornar o batom vermelho item de desejo, era as atrizes Elizabeth Taylor e Marilyn Monroe sempre estarem com os lábios vermelhos. Com o surgimento da era disco, nos anos 70, o que estava em alta era o gloss cereja e artistas masculinos do rock fazendo uso do cosmético. Nos anos 90, Madonna aparecia sempre com os lábios vermelhos, assim como outras personalidades. Mas os anos foram passando e atualmente temos uma variedade de cores. Quem lembra da moda do batom azul? Passei longe, graças a Deus! Mas infelizmente caí na moda do batom rosa que deixava nossa boca mais apagada do que tudo... Alguém lembra exatamente o tom dele? Deixa aqui nos comentários!

Hoje em dia a gente transita entre a moda do gloss e do batom e não lutamos mais por uma cor. Usamos o que queremos de acordo com nosso humor e estilo, mas não sei vocês, eu tenho meu queridinho que não abro mão de jeito nenhum! Até tento dar oportunidade para novas cores, mas o vermelho sempre me ganha, principalmente o 330 de O Boticário.

Essa cor entrou na minha vida láaaaa em 2012 e desde então nunca saiu. Gosto do efeito mate, mas que ao mesmo tempo fica cremoso na minha boca. O toque dele é gostoso e a durabilidade sensacional! Se algum dia vou trocar de vermelho? Só se eles pararem de fabricar, enquanto isso, fico aguardando o dia do fim da pandemia para poder voltar a exibir meus lábios vermelhos por aí.

Agora me conta: Qual a sua cor de batom?





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