QUASE AURORA

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4 TENDÊNCIAS DE BELEZA PRI/VER 2020

Estamos deixando o inverno e caminhando para a primavera, uma estação gostosa e repleta de alegria! Sei que ainda estamos passando por um período difícil, afinal, a pandemia de covid-19 ainda não acabou, mas quero olhar para os dias futuros com esperança e trazer leveza para o blog. O objetivo do Quase Aurora sempre foi compartilhar as bonitezas da vida e por mais que o cenário não seja o mais favorável, eu estava com saudade de falar sobre outras coisas além das reflexões.

E hoje eu estava atualizando minha playlist chamada brunch enquanto olhava algumas imagens no Pinterest para fazer algumas fotos, foi aí que surgiu a ideia desse post!  

As tendências de moda primavera-verão 2020 estão, ao meu ver, muito legais! Não sou o tipo de pessoa que segue tendências. Se gosto de algo, vou usar até enjoar ou não fazer mais sentido pra mim, quer ainda seja tendência ou não, mas hoje quero compartilhar com vocês algumas tendências na beleza - já que faz teeeempo que não atualizo essa categoria por aqui.

Começando pelos penteados, tem um acessório que vejo em lojas de bijus e departamento, até mesmo em lojas de grifes de acessórios: scrunchies. Quer dar um up no rabo de cavalo? Investe nelas e vai com tudo!

Búzios e conchas não são muito minha vibe, mas estão chegando com tudo! Me transmitem a sensação de sol, mar e calor. Uma pessoa que usa demais acessórios com búzios é a Thassia Naves, por isso escolhi imagens dela!

Lenços são os meus queridinhos e até fiz um post sobre, é só você clicar aqui para ter 3 ideias de penteados com eles. Caso vá aderir, opte por lenços de seda que são mais frescos e ótimos para os dias de calor.

Pele natural e iluminada é a tendência de maquiagem, confesso que acho lindo, mas não faz muito meu estilo, principalmente agora que estou adorando fazer makes coloridas! Porém, em dias de muito calor, não tem coisa que incomode mais do que o famoso reboco, não é verdade? 

Agora me conta, qual dessas tendências de beleza você vai aderir?





900 REAIS E UM CORAÇÃO INGRATO

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É muito fácil nosso coração se tornar ingrato. É muito fácil reclamarmos da vida e acharmos motivos para murmurarmos.

Sejamos sinceros, quando você tem muitos problemas, é um desafio conseguir olhar para o lado bom da vida e desenvolver a gratidão. Você esquece de ver os pequenos privilégios que possui, como ter água encanada, por exemplo, e passa a olhar para o quão infeliz e miserável sua vida é.

Não estou dizendo que seu sofrimento é invalidado por conta dos seus privilégios, pelo contrário, mas não vou entrar profundamente nesse assunto porque rende muito pano pra manga. Estou dizendo que quando nosso coração é ingrato, ele não vê absolutamente nada além daquele minúsculo ponto preto na imensa folha em branco.

Essa semana eu precisei pagar uma conta que não era minha, mas que indiretamente me afetava. O problema precisava ser resolvido e eu tinha a solução. Desembolsei 900 reais sem pensar muito, mas sabendo que eu teria aquele dinheiro de volta (em prestações, mas teria).

Enquanto o boleto era gerado e a pessoa me encaminhava, eu me arrumava para ir ao banco e só conseguia pensar na quantidade de dinheiro que estava saindo do meu bolso e que por conta disso meus planos teriam que ser um pouco adiados. Ainda nessa semana eu iria comprar uma passagem de avião para passar férias com meus amigos em 2021, mas por conta dessa despesa, a compra precisou se adiada.

Indo para o banco eu só conseguia pensar nisso. Eu não conseguia olhar para o privilégio que era ter 900 reais para pagar uma conta enquanto várias pessoas estão desempregadas e atoladas de dívidas. Aquele dinheiro iria/faz falta? Claro que sim, mas a ausência dele não me faria passar fome, frio ou alguma dificuldade.

Eu não conseguia olhar para o retorno do dinheiro e muito menos para uma porta que havia sido aberta dias antes. Meu coração estava totalmente ingrato quando deveria estar alegre porque os problemas seriam resolvidos, a passagem será comprada no próximo mês assim como os outros planos serão concretizados nos próximos meses.

Deus faz tanta coisas por nós que muitas vezes não percebemos ou não paramos para agradecer. Acontecem tantas coisas alegres que não damos importância por consideramos pequenas e insignificantes! Nosso coração consegue ser ingrato tantas e tantas vezes...

Quando cai em mim e no quão ridícula eu estava sendo, comecei a orar e pedir perdão a Deus. Meu coração precisava e precisa ser grato. Em tudo o Senhor tem me sustando e tem guardado minha família. Me apegar em algo assim não me levará à outro lugar a não ser um poço de frieza, incredulidade e amargura.

E eu escrevo isso não apenas para desabar, mas para lhe alertar a cuidar do seu coração e não andar nos caminhos da ingratidão.





UMA CARTA DE REFLEXO AO MEU ESPELHO

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Querido reflexo, 

Faz pouco tempo que aprendi a te olhar com carinho, com gentileza. Não foi fácil, a jornada foi longa e agora finalmente posso dizer que estou confortável com o que vejo.

Eu vejo alguém forte, mas ao mesmo tempo frágil. Alguém que não tem medo de se mostrar vulnerável, que não tem medo de abrir o coração e dizer que as coisas não estão nada bem.

Eu vejo alguém que já chorou demais e prometeu que não derramaria mais uma lágrimas pelas mesmas coisas, mas pouco tempo depois estava lá se encarando e chorando novamente. E sabe, reflexo, que bom que você chora e se permite sentir dessa forma.

Eu vejo as tuas formas, a tua singularidade, a tua verdade, o teu sentir, tua coragem e muitas outras coisas que não podem ser definidas em palavras.

Querido reflexo, é bom ser tua melhor amiga. É bom segurar nas tuas mãos e dizer que hoje não e mais como antes e nós vamos juntas nessa jornada, dançando com a música da vida, aprendendo a viajar sozinha, com muito respeito e atenção.


| Esse texto faz parte do projeto "12 cartas em 12 meses", caso queira saber mais, leia aqui.





EU, INSEGURA?

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Desde que tenho blogs (dez anos já) nunca tive medo de me expor aqui. Seja em textos que são “românticos” ou nas reflexões que faço, sempre tive um lado vulnerável porque acredito que a vulnerabilidade não é algo ruim. Acredito que ela mostra que somos humanos e não somos perfeitos.

Nós sentimos (uns mais e outros menos), choramos, nos frustramos, nos alegramos, amamos, ficamos em êxtase e muuuuito mais. Mas já reparou como é raro as pessoas falarem que são inseguras? Dizer que estão felizes é comum, dizer que estão tristes só uma boa parcela e dizer abertamente que são inseguros são para os corajosos.

Me sinto muito corajosa em vir falar sobre isso aqui porque não é nada fácil derrubar sua muralha de proteção e se abrir para pessoas que talvez você nunca vá ver pessoalmente...

Ontem resolvi fazer meu primeiro reels e antes mesmo de postar eu queria desistir da ideia e apagar. Fiquei com um medo absurdo e me sentindo uma completa idiota o que é bem estranho já que eu gravo vídeos para o Youtube e já apareci de pijamas e toalha na cabeça em um story. O que era um reels de dancinha/look de 15 segundos?

Um mostro de 20 metros de altura.

Quanto mais assisto, mais me sinto idiota e quando olho as visualizações fico pensando “x pessoas assistiram isso aqui, certeza que me acharam patética”, mas a verdadeira pergunta que tenho feito para mim mesma é: você postou esse vídeo pra quem?

Eu me diverti fazendo e até fiz um mini vlog comentando sobre. Recebi apoio na minha irmã e amiga que deram a ideia e busquei inspiração em uma mulher que arrasa nesses vídeos. Alguns amigos até compartilharam em seus stories porque gostaram! Então qual era o problema? Aparentemente as pessoas estavam gostando, não é mesmo?

O problema é algo que minha irmã apontou: sempre que vou fazer algo novo, quero que saia perfeito e quando não sai (porque ainda estou aprendendo a fazer aquilo), fico frustrada e logo quero desistir por medo de me acharem patética.

Mas será que a primeira pessoa a usar a ferramenta se sentiu patética? O primeiro a postar vídeo no Youtube se sentiu acanhado? São respostas que eu não terei, mas uma certeza eu tenho: eles foram lá e deram a cara a tapa! Postaram e depois deles outras pessoas fizeram também.

Começar algo novo nunca será algo fácil pra mim. O novo é uma interrogação, as vezes empolga, as vezes dá medo, mas nós precisamos de coragem para fazer, para ser os primeiros ou para ir na onda com outras pessoas (desde que faça sentido pra você). Sair da nossa zona de conforto é abrir espaço para a insegurança, mas nós precisamos acreditar no nosso potencial e colocar o medo no bolso.





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